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Convento São Francisco de Mértola

Christiaan Zwanikken

O artista e inventor Christiaan Zwanikken passou a maior parte dos seus anos de formação no Convento de São Francisco De Mértola. Mais tarde estudou na Academia Gerrit Rietveld e na Academia Rijk em Amesterdão. Christiaan Zwanikken restaurou o antigo poço e criou o burro mecânico do Museu da Água. É um dos principais artistas de maior importância e interacção do Convento.

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A maior parte das suas esculturas têm sido inspiradas na vida animal circundante. Com base nas pinturas da fase Rococó, três pavões querubins robóticos são encontrados em conversação. O “ Tourinho ” é uma versão automática de um touro amestrado usado na tourada à portuguesa e o cão em correia persegue e procura uma forma de jogo eléctrico sem fim.

Um par de cegonhas mecânicas, uma versão adquirida pelo Museu Stedelijk em Amesterdão, consiste em dois crânios colocados um longas estruturas de metal. São controlados por computador para que interajam um com o outro numa espécie de canção metálica e monocórdica. O seu manuseamento meticuloso reflecte o trabalho que Zwanikken faz, interrogando – nos possivelmente sobre o ser e o espaço enquanto movimento

Um dos principais interesses do artista é não inverter as funções normais dos aparelhos electrónicos. Em vez disso, procura ligar a sua arte , que é inanimada, com o mundo vivo. As suas instalações mostram comportamentos, humano e animal, que servem como ferramentas de estudo, de preservação e de documentação da natureza. As instalações não operam apenas, “comportam-se”. É o comportamento das máquinas que ilustra a curiosidade e o nível de aproximação entre a arte de Zwanikken e as vidas animal e vegetal.

Desde da construção do primeiro robot, as pessoas têm podido experienciar sensações através do movimento das máquinas: sensações de medo mas também de amor. Zwanikken utiliza estes sentimentos universais de compaixão para uma ligação (real e imitada) a todos os seres vivos. Usa maquinaria como um mini -criador, dando uma nova vida a caveiras e a penas. Como Zwanikken diz: “ A minha criação reflecte a curiosidade e o fascínio infinitos pelo esplendor da vida.”.

Desde 1990, o seu trabalho tem sido exibido regularmente em galerias e museus na Holanda e em vários outros países: França, Alemanha, Japão, México e República Checa. Ultimamente o seu trabalho encontra-se entre a Kunsthaus Graz na Áustria e no Museu Tinguely em Basel na Suíça.


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